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Sala ABC112 - Mezanino, ligação ABC (fundos do Bloco B), sala 112, Centro de Tecnologia, Cidade Universitária, Rio de Janeiro, RJ

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TEL: +55 21 3938-7453

Card labisO curso Bancos Comunitários e Moedas Sociais no Brasil: práticas e pesquisas objetiva promover o conhecimento e o debate desta temática na sociedade brasileira. Será discutida a história da experiência dos bancos comunitários brasileiros e suas moedas sociais/locais, destacando aspectos especialmente relevantes do ponto de vista de seus desafios futuros, tais como a implantação de novas experiências, a digitalização de suas moedas (E-dinheiro), o apoio de políticas públicas e sua relevância para os lugares envolvidos.

Nas últimas décadas, os sistemas monetários alternativos vêm ganhando corpo como prática de resiliência comunitária e territorial. Por todo o globo, nota-se o deslocamento de cadeias produtivas e a flexibilização produtiva que aumentam o desemprego e a vulnerabilidade social. Além disso, a globalização financeira tem sido marcada por instabilidades nos fluxos financeiros internacionais, fazendo com que muitos coletivos manifestem-se favoravelmente ao maior controle de seus recursos produtivos e monetários.

Vale adicionar, também, que o Brasil vem sendo um terreno fértil para a criação de bancos comunitários desde a criação do Banco Palmas, no início do século XX. A partir daí, várias comunidades se inspiraram no modelo, o qual tem se propagado por boa parte do território. Os bancos comunitários, portanto, apresentam-se como instituições de relevo em suas localidades pois procuram mobilizar suas economias por meio do fomento de atividades produtivas e solidárias, através da emissão de microcréditos e da circulação de moedas sociais.

O curso de extensão é uma iniciativa do Observatório de Bancos Comunitários e Moedas Sociais (OBM), uma articulação de pesquisadores que reforça o compromisso de pautar este tema nas universidades, enfatizando seu caráter de extensão e de diálogo com os movimentos sociais. O Laboratório de Informática e Sociedade - LabIS/UFRJ (https://is.cos.ufrj.br/labis/), ligado ao NIDES/UFRJ, vem realizando pesquisas sobre o tema e estará participando do curso.

O curso terá o cronograma exposto abaixo, com aulas sempre online às quintas-feiras, de 9h às 12h. As inscrições deverão ser feitas por meio do link (https://forms.gle/rSvRc5JjMB7dUhsV9) até 25 de agosto. Teremos 40 vagas disponíveis, com os seguintes perfis: estudantes, professores e técnicos UFRJ; fórum de economia solidária do Estado do RJ; comunidade do Preventório (Niterói-RJ); gestores públicos; outros. Serão priorizados os candidatos com objetivos práticos de utilização dos conhecimentos debatidos no curso.

Dúvidas podem ser tiradas pelo email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo., com cópia para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

 

Datas e módulos:

16/09 Abertura
23/09 Moedas globais, nacionais e locais: uma introdução ao conceito de moeda e seus potenciais usos na promoção do desenvolvimento social
30/09 Educações financeiras e possibilidades pedagógicas com bancos comunitários e moedas sociais/locais
07/10 Finanças Solidárias: usos alternativos das finanças no território brasileiro. Bancos Comunitários e Moedas sociais/locais
14/10 Possibilidades Digitais com Moedas Sociais: novas tecnologias, usos e governanças
21/10 Implementação e sustentabilidade de um banco comunitário: políticas públicas e organizações locais
04/11 Perspectivas e diálogos com o trabalho associativo
11/11 Fechamento

 

 

Módulos e resumos:

Moedas globais, nacionais e locais: uma introdução ao conceito de moeda e seus potenciais usos na promoção do desenvolvimento social

Objetivos: Analisar as características e conceitos relacionados à teoria monetária e aplicá-los à realidade das moedas sociais:

Conteúdo resumido: Definições sobre moeda. Caracterização dos sistemas de moedas sociais. Impactos, potencialidades e desafios na circulação de moedas sociais. Condicionantes locais para implantação de moedas sociais.

Educações financeiras e possibilidades pedagógicas com bancos comunitários e moedas sociais/locais

Objetivo: Debater enfoques alternativos do tema "educação financeira", bem como experiências em espaços de ensino-aprendizagem com moedas sociais.

Conteúdo resumido: Educação financeira nos BCDs brasileiros. Dinâmicas de trocas entre coletivos produtivos. Moeda social como ferramenta pedagógica em sala de aula.

Finanças Solidárias: usos alternativos das finanças no território brasileiro. Bancos Comunitários e Moedas sociais/locais

Objetivo: Compreender o funcionamento e a lógica da localização dos bancos comunitários. Analisar o fenômeno com o olhar da Geografia: os lugares e as horizontalidades

Conteúdo resumido: Fixos geográficos financeiros tradicionais: a criação de espaços da racionalidade. Definição dos bancos comunitários e serviços disponibilizados. As normas e as moedas locais. Desenvolvimento local e o circuito inferior da economia urbana. A criação de horizontalidades

Possibilidades Digitais com Moedas Sociais: novas tecnologias, usos e governanças

Objetivo: Discutir as possibilidades e limites da utilização de diferentes ferramentas digitais com moedas sociais.

Conteúdo resumido: Contexto brasileiro: papel, cartão e E-dinheiro. Governança sociotécnica. Publicidade dos dados agregados. Novas tecnologias e possibilidades futuras.

Implementação e sustentabilidade de um banco comunitário: políticas públicas e organizações locais

Objetivo: Compreender o processo de implementação de um banco comunitário através da política pública realizada pela SENAES e pelos Governos municipais. Conteúdo: Analisar e debater sobre o processo de implantação de um banco comunitário, fases de sensibilização e planejamento, implantação, formação e gestão. Apresentar o papel do território, da articulação política e dos aspectos organizacionais na consolidação do banco comunitário. A política pública como criadora de verticalidades institucionais.

Perspectivas e diálogos com o trabalho associativo

Objetivo: Discutir o conceito de trabalho, contextualizando com as dinâmicas contemporâneas do mundo do trabalho, bem como debatendo alternativas conectadas com bancos comunitários e moedas sociais.

Conteúdo resumido: Conceito de trabalho. O trabalho hoje. Acumulação flexível. Capitalismo de plataforma.

cartaz existe autogestao hoje em portugal

 

7 de junho de 2021, às 10h00 no horário de Brasília.

 

Oradores/as:

 

Luciane Lucas (Ecosol/CES, Portugal)
António Ferreira (Cervejaria Galiza, Portugal)
Sofia de Palma Rodrigues (Cooperativa de criação multimédia «Bagabaga Studios», Portugal)
Pedro Santos (Projeto de jornalismo de investigação independente «Fumaça», Portugal)

 

Moderação:  Andrés Spognardi (CES/UC)

 

Este evento faz parte de um conjunto de seminários organizados com o apoio do Grupo de Estudos sobre Economia Solidária (Ecosol/CES), Grupo de Pesquisa em Empresas Recuperadas por Trabalhadores (GPERT, Brasil) e do NIDES.

Seguem informações divulgadas pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES/UC).

 

Apresentação

 

Durante os anos turbulentos que se seguiram à Revolução de Abril de 1974, em Portugal, diferentes forças de esquerda promoveram a autogestão como um projeto económico e político para o país. Porém, a transição política sucessiva para uma democracia liberal baseada numa economia capitalista de mercado acabou por minar a legitimidade e o vigor económico de muitas das experiências de autogestão que estavam em curso. Apesar de a Constituição da República Portuguesa reconhecer a autogestão como um direito de iniciativa económica, esta está nitidamente ausente dos principais debates económicos e políticos contemporâneos. Neste seminário, voltamos a colocar a autogestão no centro da cena, discutindo os desafios e as oportunidades de algumas das experiências que estão atualmente a ser desenvolvidas no terreno.

 

Informações para acessar a sala no Zoom

 

Esta atividade realiza-se através da plataforma Zoom, sem inscrição obrigatória. No entanto, está limitada ao número de vagas disponíveis.

https://us02web.zoom.us/j/88552499649?pwd=NUJUcERSRzNGSjdFbUo1WnZsSkI5Zz09
ID da reunião: 885 5249 9649 | Senha de acesso: 785397

Agradecemos que todas/os as/os participantes mantenham o microfone silenciado até ao momento do debate. A/O anfitriã/ão da sessão reserva-se o direito de expulsão da/o participante que não respeite as normas da sala.

As atividades abertas dinamizadas em formato digital, como esta, não conferem declaração de participação uma vez que tal documento apenas será facultado em eventos que prevejam registo prévio e acesso controlado.

 

cartaz recuperar para autogerir

 

24 de maio de 2021, às 10h00 no horário de Brasília.

 

Oradores/as:


Andrés Ruggeri  (Universidad de Buenos Aires/Universidad Nacional Arturo Jauretche, Argentina) «O caso argentino»
Anabel Rieiro  (Universidade da República, Uruguai)  «O caso uruguaio»
Vanessa Sígolo  (Universidade de São Paulo, Brasil) «O caso brasileiro»
Marcelo Vieta  (University of Toronto, Canadá) «Os casos italiano e canadense»
Dario Azzellini  (Cornell University, Estados Unidos) «O caso europeu»

 

Moderação: Flávio Chedid (UFRJ/CES)

 

Este evento faz parte de um conjunto de seminários organizados com o apoio do Grupo de Estudos sobre Economia Solidária (Ecosol/CES), Grupo de Pesquisa em Empresas Recuperadas por Trabalhadores (GPERT, Brasil) e do NIDES.

Seguem informações divulgadas pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES/UC).

 

Apresentação

 

Uma das formas mais conhecidas de experimento da autogestão se dá a partir da conversão de empresas falimentares em coletivos geridos por trabalhadores. Esses casos serão abordados nesta mesa a partir de pesquisadores que atuaram em mapeamentos dessas iniciativas em países da América do Sul e da Europa. Além de apresentarmos um panorama geral dessas iniciativas no mundo, iremos debater questões conceituais e metodológicas que orientaram essas pesquisas.

 

Informações para acessar a sala no Zoom

 

Esta atividade realiza-se através da plataforma Zoom, sem inscrição obrigatória. No entanto, está limitada ao número de vagas disponíveis.
https://us02web.zoom.us/j/83290386995?pwd=QXNaNm1oSGR3dTBmWm81eDJFYTRyQT09
ID da reunião: 832 9038 6995 | Senha de acesso: 553126

Agradecemos que todas/os as/os participantes mantenham o microfone silenciado até ao momento do debate. A/O anfitriã/ão da sessão reserva-se o direito de expulsão da/o participante que não respeite as normas da sala.

As atividades abertas dinamizadas em formato digital, como esta, não conferem declaração de participação uma vez que tal documento apenas será facultado em eventos que prevejam registo prévio e acesso controlado.

 

cartaz experimentos de utopias autogestao

 

31 de maio de 2021, às 10h00 no horário de Brasília.

 

Oradores/as:


Nelsa Nespolo (Rede Justa Trama, Brasil)
Luciana Lago (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil)
Plácido Peñarieta (Cooperativa Chilavert e Red Gráfica Cooperativa, Argentina)

 

Moderação: Flávio Chedid (UFRJ/CES)

 

Este evento faz parte de um conjunto de seminários organizados com o apoio do Grupo de Estudos sobre Economia Solidária (Ecosol/CES), Grupo de Pesquisa em Empresas Recuperadas por Trabalhadores (GPERT, Brasil) e do NIDES.

Seguem informações divulgadas pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES/UC).

 

Apresentação

 

Nesta mesa buscaremos apresentar as práticas de autogestão que não estão restritas ao interior das empresas. Quais são as possibilidades de formação de redes tendo como base o princípio da autogestão? Quais são as iniciativas de autogestão existentes no campo da reprodução social? Como as empresas têm extrapolado suas ações para as comunidades do seus entornos?

 

Informações para acessar a sala no Zoom

 

Esta atividade realiza-se através da plataforma Zoom, sem inscrição obrigatória. No entanto, está limitada ao número de vagas disponíveis.
https://us02web.zoom.us/j/87664809974?pwd=NlIyS3cxS2E1UmU4OFBiYml4ZXJOZz09
ID da reunião: 876 6480 9974 | Senha de acesso: 212409

Agradecemos que todas/os as/os participantes mantenham o microfone silenciado até ao momento do debate. A/O anfitriã/ão da sessão reserva-se o direito de expulsão da/o participante que não respeite as normas da sala.

As atividades abertas dinamizadas em formato digital, como esta, não conferem declaração de participação uma vez que tal documento apenas será facultado em eventos que prevejam registo prévio e acesso controlado.

cartaz a perspectiva historica da autogestao

 

17 de maio de 2021, às 10h00 no horário de Brasília.

 

Orador: Cláudio Nascimento (Educador Popular)

Comentários: Maurício Sardá de Faria (Universidade Federal Rural de Pernambuco) | Moderação: Pierre Marie (CES/UC)

 

Este evento faz parte de um conjunto de seminários organizados com o apoio do Grupo de Estudos sobre Economia Solidária (Ecosol/CES), Grupo de Pesquisa em Empresas Recuperadas por Trabalhadores (GPERT, Brasil) e do NIDES.

Seguem informações divulgadas pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES/UC).

 

Apresentação

 

Se o termo de “autogestão” apareceu nos anos 1950 para qualificar o sistema económico instalado na Jugoslávia de Tito, a noção carrega com ela uma longa trajetória de lutas pela emancipação social. Da Comuna de Paris de 1871 até as recentes recuperações de empresas por trabalhadores, a autogestão foi ao mesmo tempo uma prática de libertação e uma teoria propondo uma democracia económica, social e política. Nesta sessão inaugural, Cláudio Nascimento apresentará a trajetória histórica da autogestão, através da noção de ciclos.

 

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