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Essa é a segunda matéria da série “O SOLTEC como um Programa de Extensão”
      

Reunião da Coordenação Executiva do Soltec     Para auxiliar na integração dos projetos pertencentes ao Núcleo de Solidariedade Técnica, contamos com uma Coordenação de Gestão que é composta por um coordenador, um vice-coordenador e dois extensionistas que auxiliam na comunicação, organização do espaço, assim como no gerenciamento dos assuntos comuns a todos os projetos. Em andamento, o SOLTEC possui seis projetos e cada um deles tem seu próprio coordenador. Dessa forma, as decisões gerais sobre todos os projetos são debatidas conjuntamente entre coordenadores e Coordenação de Gestão.


    A cada quinze dias são realizadas as reuniões da Coordenação Executiva (CE) em um dia específico da semana - nesse semestre às segundas-feiras de 13:00 às 15:00. Pelo menos dois dias antes da data marcada para a CE, há uma convocação pelo coordenador de Gestão, via e-mail, com uma proposta de pauta que pode ser alterada pelos demais, até o dia em questão. A CE é um espaço de discussão entre coordenadores de projeto e coordenação de gestão, sobre questões que podem envolver ou não todos os projetos. Dessa forma, também são debatidos casos específicos e pontuais, para que haja auxílio mútuo, esclarecimento de dúvidas e as soluções necessárias sejam obtidas através de um consenso. É válido ressaltar que a participação é aberta a todos os membros do SOLTEC.


Comitê Gestor do Soltec realizando o Planejamento Estratégico de Ações (PEA)    O planejamento (programação, dinâmicas, atividades, etc) e a logística (transporte, alimentação, etc.) de cada ação coletiva, como o Planejamento Estratégico de Ações (PEA) no início do ano, as Oficinas ao longo do ano, e o Comitê Gestor no final do Ano, são feitos nas CE’s conforme sugestões e ideias que surgem durante os encontros. As definições para o PROFAEX (Edital da Pró - Reitoria de Extensão da UFRJ), assim como a alteração entre bolsistas e suas respectivas avaliações também são colocadas em questão nessas reuniões. A participação em eventos da Universidade também são temas recorrentes, como a Semana de Integração Acadêmica (SIAC), a Jornada Universitária pela Reforma Agrária (JURA), entre outros. É importante destacar ainda que os Cursos de Formação são pensados a partir dos debates feitos também durante as na CEs.


    Um dos encontros gerais, o Comitê Gestor (CG), que funciona como uma assembléia, acaba sendo um ambiente de ampla decisão coletiva. Isso porque é um evento de imersão, com grande quórum, que inclui coordenadores, bolsistas da graduação e da pós, além dos extensionistas. Como dito na primeira matéria desta série, no CG são apresentados os resultados dos projetos e suas propostas futuras, então, os conteúdos levantados são discutidos por todos os presentes, que dão suas sugestões, criando novos direcionamentos. Além disso, todos podem contribuir no que diz respeito à condução dos projetos em período de férias, grupos de estudos e os futuros eventos conjuntos para o próximo ano - propostas de datas, locais, etc.


    É válido concluir destacando alguns pontos interessantes na Gestão Geral, como por exemplo: a rotatividade anual nos cargos de coordenação e vice-coordenação do SOLTEC (http://nides.ufrj.br/index.php/coordenacoes); a maneira que a formação da coordenação geral é discutida em espaços coletivos como o PEA; e também, a formação de comissões especiais para tarefas pontuais ou contínuas.

 

Para ver a primeira matéria, vá para: http://nides.ufrj.br/index.php/noticias-soltec/372-o-programa-soltec-e-seu-percurso-formativo-em-2018

FilmeDepoisdoVendaval

 

 

 

 

 

Com a presença do diretor José Carlos Asbeg.

 

 

 

Resistência popular brasileira entre 1977-1979.

 

 

 

Greves operárias, campanha pela anistia, reconstrução da UNE.

 

 

 

15/08, quinta as 10:00, auditório C208, CT/UFRJ

 

 

 

 

 

 

 

 

cartaz PDGObjetivo: Construir processos decisórios em grupos com efetividade de participação e resultados.

Utilizando como inspiração o Programa Germinar (considerado Tecnologia Social pelo BB) que tem como objetivo apoiar o desenvolvimento dos participantes para que atuem como facilitadores para a transformação e desenvolvimento social através da interação com indivíduos, grupos e organizações em territórios através do estímulo a diálogos saudáveis e eficazes. Desde 2003, já atendeu mais de 3.000 indivíduos em todas as regiões do Brasil.

Metodologia: Aprender-fazendo considerando o conhecimento e a experiência dos participantes através do conceito da andragogia, que é a arte de orientar adultos a aprender (Malcolm Knowles, 1970) e da Pedagogia para a Liberdade de Paulo Freire, tendo como base a dialógica e a práxis.

Público Alvo: Agentes comunitários, lideranças de iniciativas e movimentos sociais, empreendedores, militantes sem instrução formal, estudantes (graduação e pós graduação), professores, e indivíduos em fase de transição profissional/ pessoal que visam atuar com autonomia para a transformação social através dos processos de grupos e organizacionais em que estão inseridos.

Carga horária: 40 horas dividas em 5 encontros de 8hs. Este é um curso contínuo e a participação em todos os módulos é um pré requisito.

Datas:

Módulo 1: 26/3
Módulo 2: 16/4
Módulo 3: 7/5
Módulo4: 4/6
Módulo 5: 25/6

Horário:

9h as 18h

Local:

A definir.

Contéudos:

* Apresentação da Metodologia do PDG (Processo Decisório em Grupos)

* Planejamento, Avaliação e Feedback a partir da construção de ambientes de aprendizagem (Humberto Maturana)

* Temperamentos- como me percebo e percebo o outro.

* A pergunta como ferramenta

* Formação de Imagem- chuva de idéias e critérios para potencializar idéias

* Dialógo e Percepção de pontos de vista

* Observação da natureza (Goeth)

* Critérios para definir um plano de ação

* Construindo um plano de ação

Abordagem do programa:

- Movimentos; interações entre os indivíduos para a percepção individual e de grupo com conteúdos que podem ser percebidos através de diversos pontos de vista

- Apresentação compartilhada de conteúdos; as construções dos conteúdos programáticos são feitas através da interação e do conhecimento prévio dos participantes

- Atividades artísticas; momento em que os indivíduos podem perceber os conteúdos e as interações de grupos através de atividades lúdicas que possibilitam consolidar novos aprendizados a partir da prática

- Trabalhos em grupos; momento para a prática dos conceitos trabalhados em cada dia do programa

- Esta abordagem do curso acontece de acordo com os conteúdos e a necessidade de alcançar o objetivo de cada conteúdo, sendo apresentada em ordem aleatória e intercalada

Certificação:

Os participantes receberam certificados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) como curso de extensão de 40h

Inscrições:

Responsável:

Lucas Borelli

O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

21 98302-8153

 

 

 

 

Essa é a primeira matéria da série “O SOLTEC como um Programa de Extensão”
      

   O SOLTEC/UFRJ (Núcleo de Solidariedade Técnica), como programa de Extensão, promove, ao longo do ano, atividades de formação e integração entre os projetos que o compõem, visando criar espaços de compartilhamento de experiências e saberes entre seus integrantes. Durante o ano de 2018, foram feitos 6 encontros de planejamento, oficinas e avaliação junto aos membros do núcleo:

 



Como forma de criar espaços de integração e formação para além da vivência nos projetos, o Soltec promove três Oficinas de Extensionistas ao longo do ano, aos sábados. É uma forma dos integrantes se encontrarem, trocarem experiências e conhecerem a dinâmica de outros projetos e territórios. Desde 2017, temos seguido um modelo onde cada oficina é focada em um projeto do núcleo, sendo realizada no território em que esse projeto desenvolve suas ações. Assim, temos a oportunidade de conhecer os locais e as pessoas com os quais os projetos atuam no cotidiano.

 


               

             


 

 

Leia a continuação da série em: http://nides.ufrj.br/index.php/noticias-soltec/386-o-programa-soltec-e-sua-gestao-coletiva

 

Nos dias 14 e 15 de agosto, representantes de movimentos sociais (e.g., MAB, MST e catadores), engenheiros/as, cientistas sociais, filósofos, arquitetas, designers e outras pessoas interessadas estarão reunidas para apresentar e refletir sobre as potencialidades e os desafios de algo como a engenharia popular. Esta poderia ser entendida como um tipo de projeto participativo emancipador, que tem como coprojetistas grupos populares, movimentos sociais ou grupos de trabalhadores organizados.

O evento acontecerá no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e contará com a participação de dois integrantes do Soltec, Celso Alvear e Fernanda Araújo. Pode-se participar dele, inclusive fazendo-se perguntas, também à distância, uma vez que ele será transmitido ao vivo pela Internet. Para a programação completa da atividade, o endereço da transmissão ao vivo e a inscrição (para quem for participar presencialmente), acessem o link: http://iea.usp.br/eventos/engenharia-popular. A atividade é gratuita.

O evento está sendo organizado pela Rede de Engenharia Popular Oswaldo Sevá, com o apoio do IEA da USP.

 

PROGRAMAÇÃO

TERÇA-FEIRA, 14/ago/2018

Demandas de movimentos populares

9h-11h: ENCONTRO 1 – Mesa-redonda – Qual engenharia ou qual tipo de solução técnica é buscada por grupos populares? Diálogo com representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) e do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

• Maysa Pereira (Engenheira agrônoma, doutoranda pela UFLA e militante do MST)
• Pablo Dias (Engenheiro florestal e coordenador nacional do MAB)
• Vilma Estevam (Presidenta da cooperativa de catadores Coopersol-Leste (BH))

11h-11h15: Coffee break

11h15-12h: ENCONTRO 1 – continuação – debate com os participantes.

12h-13h30: Almoço

Apresentação da engenharia popular

13h30-15h30: ENCONTRO 2 – Mesa-redonda – O que é a engenharia popular? Apresentação histórica: a tripla origem da engenharia popular brasileira e um panorama geral das atividades que os membros da Repos desenvolvem e desenvolveram no país.

• Celso Alvear (UFRJ)
• Lais Fraga (Unicamp)

15h30-16h: Coffee break

16h-18h: ENCONTRO 3 – Mesa-redonda – O que fundamenta a compreensão de mundo e de engenharia que a EP possui? Fundamentações teóricas: pesquisa-ação, educação popular, feminismo.

• Bruna Vasconcellos (Unifei)
• Fernanda Araujo (Cefet-RJ)

QUARTA-FEIRA, 15/ago/2018

Problematização desse tipo de produção tecnológica

8h30-10h30: ENCONTRO 4 – Mesa-redonda – Alguns desafios da prática popular de projetos de engenharia. 1) Como incorporar os valores, ideais e estéticas do grupo popular ao conhecimento que subsidia o projeto de engenharia popular (ou como se construir uma ordem sociotécnica o mais próximo possível daquela buscada pelo grupo popular)? 2) Como projetar tecnologias digitais em diálogo com tecnologias têxteis artesanais: a questão do diálogo de saberes.

• Cristiano Cordeiro Cruz (USP)
• Tania Pérez-Bustos (Univ. Nac. da Colômbia)
• Debatedora: Maysa Pereira (MST e UFLA)

10h30-11h: Coffee breakAlargando a reflexão: o que se pode aprender de outras iniciativas populares de produção técnica?

11h-13h: ENCONTRO 5 – Trocas de saberes, 2h – Etnografia e tecnologia. Conversa sobre a importância da etnografia e do diálogo entre saberes na construção de soluções técnicas populares. Nesta atividade, não ocorre uma palestra, mas a participação das pessoas presentes em uma conversa com e entre especialistas sobre, no caso, etnografia e produção tecnológica.

• Tania Pérez-Bustos (Univ. Nac. da Colômbia)
• Zoy Anastassakis (UERJ)

13h-14h30: Almoço

14h30-17h: ENCONTRO 6 – Mesa-redonda – Projeto e tecnologia no feminino. Apresentação e discussão de outras iniciativas brasileiras que têm caminhado na articulação entre projeto, tecnologia e o feminino (do qual o feminismo é parte).

• Iazana Guizzo (Universidade Santa Úrsula (RJ))
• Joana Mello (FAU/USP)
• Silvana Rubino (Unicamp)
• Zoy Anastassakis (UERJ)
• Debatedora: Tania Pérez-Bustos (Univ. Nac. da Colômbia)

17h-17h15: Coffee break

17h15-18h: ENCONTRO 6 – continuação – debate com os participantes.

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