Defesa da mestranda Karen Daile Barba Acosta

defesa2019

 

Autonomia e Visibilidade: A estratégia organizativa das “Coletivas Lésbicas Autônomas” na construção da política de visibilidade no Rio de Janeiro

 

Karen Daile Barba Acosta

 

Resumo: O presente trabalho tem como objetivo identificar as estratégias realizadas pelas Coletivas Lésbicas Autônomas para a construção da política de Visibilidade Lésbicas na cidade de Rio de Janeiro. Procurou a compreensão dos diálogos das Coletivas Autônomas com a Institucionalidade, ao mesmo tempo em que dá realce a esse processo. Entendeu-se a proposta de Lei como um dispositivo simbólico para a enunciação de um novo sujeito, neste caso, a Mulher Lésbica Negra. Está construído desde uma perspectiva histórico-estruturalista com a intenção de fotografar os episódios contemporâneos mais representativos, concentrados em três eixos centrais como são: o período de redemocratização do Brasil, a crises do HIV e as jornadas de Junho de 2013.
Os âmbitos examinados são: experiência, pensamento e ações; proposta analítica do feminismo interseccional, que brinda um valor especial à convivência cotidiana, recolhidos a partir de entrevistas com as militantes atuantes neste processo. Para finalizar, se produz uma conceitualização de autonomia a partir da experiência da construção da proposta de Lei que conjugam vários fluxos de pensamento como: teoria política, identidade e interseccionalidade. Como consequencia dessa análise, culmino na caracterização do que tenho chamado de Lesbianegrizar o Poder como aprendizado coletivo.

 

Data e horário: 01 de Julho de 2019, 13:00

Local: CCMN – Auditório MOT do NCE

 

Banca:

– Prof. Dr. Celso S. de Alvear (Orientador – NIDES/UFRJ)

– Prof. Dr. Felipe Addor (Diretor Geral – NIDES/UFRJ)

– Profª Dr.ª Diana Helene Ramos (UNIGRANRIO)

– Profª Dr.ª Daniele Cordeiro Motta UNICAMP/ SP (por videoconferência)

Local do concurso do NIDES

 

ConcursosPR4

 

 

Local da realização das etapas do concurso:

 
02 e 03 de Julho de 2019
 
Local: TENDA – localizada nos jardins internos, entre os Blocos F e G

 

04 e 05 de Julho de 2019
 
Local: Auditório Bloco C Sala 208

 

 

Mais informações em: https://concursos.pr4.ufrj.br/index.php/45-concursos/concursos-em-andamento/edital-n-1054-de-19-de-dezembro-de-2018/432-edital-n-1054-de-19-de-dezembro-de-2018

 

 

Blockchains e digitalizações de moedas sociais

Blockchains e digitalizações de moedas sociais: pensando práticas e desafios na universidade e no Rio de Janeiro

 

Labis Junho 2019LOCAL:
Auditório Maria Irene – NCE – CCMN – UFRJ
Avenida Athos da Silveira Ramos, 274, Rio de Janeiro/RJ.

 

DATA:

04/JUN

 

INSCRIÇÕES ONLINE

http://bit.ly/2WnhT10

VAGAS LIMITADAS

 

Programação:

14h – Abertura: Fernando Severo (LabIS/UFRJ)

14h10 – Mesa: Blockchains Sociais. Mediador: Celso Alvear (NIDES/UFRJ)

14h10 – Blockchain para Transparência: casos de uso do BNDES – José Nogueira (BNDES)

14h35 – O Projeto Cristal e a blockchain comunitária – Pablo Tutino (Waba Network)

15h – Criptomoedas sociais (Social Criptocurrencies) – Eduardo Diniz (EAESP/FGV)

15h25 – Debate

16h – Mesa: Moedas Sociais e Suas Digitalizações. Mediador: Arthur Leal (UFRJ/LaPIS)

16h10 – O Banco Comunitário da Cidade de Deus e a moeda social – Lizete Martins e Anderson Oriente (PEP/UFRJ)

16h35 – O Banco Comunitário do Preventório e o microcrédito – Sônia Rodrigues (Banco Preventório) e Marcos Rodrigo (NIDES/UFRJ)

17h – O Banco Comunitário Popular de Maricá e a moeda social digital – Natália Sciammarella (Banco Mumbuca) e Luiz Arthur (HCTE/UFRJ)

17h25 – Debate

17h50 – Informes do próximo evento

Qualificação para pesquisa de mestrado de Núbia Gonzaga

Dia 24/05 – sexta-feira

Hora: 15h

Local: sala ABC 112 – Soltec

 

MESTRANDA NÚBIA MARIA GONZAGA DA SILVA
ORIENTADORES Sidney Lianza (UFRJ)
Henrique Pereira (UFAM)
TEMA Pesca manejada do pirarucu: Tecnologia social e política pública para o desenvolvimento socioambiental na Amazônia
BANCA NOME INSTITUIÇÂO
Felipe Addor UFRJ
Ricardo Melo UFRJ
Flávio Chedid UFRJ
Vera Maciel Estácio de Sá

 

 

QualificacaoNubia

Calendário de provas e comissão julgadora do concurso do NIDES

 

ConcursosPR4

 

 

Calendário de provas:

https://concursos.pr4.ufrj.br/index.php/45-concursos/concursos-em-andamento/edital-n-1054-de-19-de-dezembro-de-2018/434-calendario-de-provas

 

Comissão julgadora:

https://concursos.pr4.ufrj.br/index.php/45-concursos/concursos-em-andamento/edital-n-1054-de-19-de-dezembro-de-2018/435-comissao-julgadora

 

Inscrição e mais informações em: https://concursos.pr4.ufrj.br/index.php/45-concursos/concursos-em-andamento/edital-n-1054-de-19-de-dezembro-de-2018/432-edital-n-1054-de-19-de-dezembro-de-2018

 

 

Aula inaugural do PPGTDS 2019 com Noela Invernizzi

Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento: Uma reflexão sobre a política de nanotecnologia, a partir dos estudos de Ciência, Tecnologia e Sociedade.

Noela Invernizzi – Universidade Federal do Paraná

AulaInauguralPPGTDS2019 peqData: 16 maio, ás 14h

Local: Salão Nobre da decania do Centro de Tecnologia

Professora Associada do Setor de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da Universidade Federal do Paraná. Formada em Antropologia (Universidade da República, Uruguai), com mestrado e doutorado em Política Científica e Tecnológica (Universidade Estadual de Campinas). Fez estágio de pós-doutorado no Center for Science, Policy and Outcomes, Universidade de Columbia, EUA. Foi professora do Programa em Estudos do Desenvolvimento da Universidade Autónoma de Zacatecas, México; pesquisadora visitante no Center for Science, Policy and Outcomes, EUA; e Fellow no Science, Technology and Innovation Program do Woodrow Wilson International Center for Scholars, EUA. Integrou o Comitê Consultivo de Nanotecnologia do MCTI. Co-coordenadora da Rede Latino-Americana Nanotecnologia e Sociedade. Integra o Council da Society for Social Studies of Science (4S) (2017-2020). É presidente da Associação Latino-Americana de Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia (ESOCITE) (2018-2020).

O programa SOLTEC e seu percurso formativo em 2018

Essa é a primeira matéria da série “O SOLTEC como um Programa de Extensão”
      

   O SOLTEC/UFRJ (Núcleo de Solidariedade Técnica), como programa de Extensão, promove, ao longo do ano, atividades de formação e integração entre os projetos que o compõem, visando criar espaços de compartilhamento de experiências e saberes entre seus integrantes. Durante o ano de 2018, foram feitos 6 encontros de planejamento, oficinas e avaliação junto aos membros do núcleo:

 


Como forma de criar espaços de integração e formação para além da vivência nos projetos, o Soltec promove três Oficinas de Extensionistas ao longo do ano, aos sábados. É uma forma dos integrantes se encontrarem, trocarem experiências e conhecerem a dinâmica de outros projetos e territórios. Desde 2017, temos seguido um modelo onde cada oficina é focada em um projeto do núcleo, sendo realizada no território em que esse projeto desenvolve suas ações. Assim, temos a oportunidade de conhecer os locais e as pessoas com os quais os projetos atuam no cotidiano.

 

               

             

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Leia a continuação da série em: https://nides.ufrj.br/index.php/noticias-soltec/386-o-programa-soltec-e-sua-gestao-coletiva

NIDES em Portugal – O contexto das ITCPs no Brasil

Seminário 10Maio2019O SOCIUS/CSG-ISEG – Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações – está organizando o Seminário “O contexto das Incubadoras Tecnológicas de Economia Solidária no Brasil”, apresentado pelo Prof. Doutor Felipe Addor (UFRJ).

 

O Seminário irá ocorrer no dia 10 de maio de 2019,  as 17h, no ISEG, ANFITEATRO 1 (situado no piso 4 do Edifício QUELHAS 6, conforme planta disponível no link: https://www.iseg.ulisboa.pt/aquila/instituicao/ISEG/quem-somos/campus).

 

O programa deste Seminário inclui o Lançamento de dos livros:

Incubadoras tecnológicas de economia solidária: Concepção, metodologia e avaliação – Volume I. Organizadores: Felipe Addor e Camila Rolim Laricchia. — Rio de Janeiro : Editora UFRJ, 2018.

Incubadoras tecnológicas de economia solidária: Experiências e reflexões a partir da prática – Volume II. Organizadores: Felipe Addor e Camila Rolim Laricchia. — Rio de Janeiro : Editora UFRJ, 2018.

 

Ambos disponíveis na página:

A entrada é livre, não sendo necessária inscrição.

 

 

 

 

 

 

Defesa do mestrando José Antônio Casais

defesa2019

 

O trabalho docente na sala de recursos pela ótica dos professores

 

José Antônio Casais Casais

 

Resumo: O presente trabalho de pesquisa são apresentados aspectos da educação inclusiva e a educação especial a partir das novas atribuições da função de trabalho docente em escolas públicas com alunos inclusos, visando processos inclusivos de acordo com as diretrizes políticas especiais do Ministério da Educação (MEC). Nesse sentido, o problema de pesquisa é identificar a visão de trabalho docente dos professores lotados em salas de recursos de escolas municipais da cidade de Duque de Caxias – local da pesquisa de campo à luz da perspectiva de trabalho de Ricardo Antunes. Já o objetivo é analisar aproximações e distanciamentos do professor de educação especial com o conceito e tipologia de intelectual na perspectiva de Henry Giroux. Sob o aspecto metodológico, a pesquisa foi realizada após uma revisão sistemática da literatura e a apresentação conceitual do referencial teórico. Em seguida são feitas entrevistas semiestruturadas com professores da rede municipal de ensino que atuam com alunos inclusos. Como decorrência dessa dissertação a proposta de produto foi desenvolvida com os dados coletados e baseados nas sugestões dos participantes na melhoria do atendimento na sala de recursos. Visando auxiliar os profissionais que atuam na Sala de Recursos das escolas desse município. Assim, salienta-se que o quadro teórico de referência utilizado é separado em dois planos para a analise dos dados, sendo uma a perspectiva de trabalho de Ricardo Antunes e a outra o conceito e tipologia de intelectual de Henry Giroux.

 

Data e horário: 29/04/2019 – 16:00h.

Local: Centro de Tecnologia – sala ABC112.

 

Banca:

– Prof.ª Dra. Carla Geovana Fonseca da Silva de Castro (SECTI/ES)  
– Prof.ª Dra. Ângela Celeste Barreto de Azevedo (PPGTDS/UFRJ)
– Prof. Dr. Antonio Claudio Gomez de Sousa (PPGTDS/UFRJ)
– Prof. Dr. Prof. André Malina (PPGTDS/UFRJ)

Estudante do Pré Vestibular Popular do NIDES é aprovada na USP

Por Equipe Coordenadora PVP
 
victoria acari uspA estudante Victoria Crystina Freitas da Silva, 19 anos, da primeira turma (em 2018) do projeto de extensão Pré Vestibular Popular Educação para o Desenvolvimento Social, promovido pelo NIDES, foi aprovada para o curso de Letras na USP. Além disso, ficou em primeiro lugar na ampla concorrência para o curso Letras – Português/Espanhol na UERJ. Ela é moradora de Acari e estudou no polo localizado nesse território. Após a maravilhosa notícia de sua aprovação, pedimos a ela que respondesse o que achou do projeto e como estava se sentindo. Victoria optou pela USP e encontra-se matriculada na instituição. Compartilhamos abaixo seu emocionante relato.
 
Sobre o que eu achei do pré-vestibular: Olha, pra mim teve prós e contras, mas foi muito bom ter praticamente à minha disposição professores tão bons e solícitos, sempre dispostos a ajudar com o que fosse preciso, isso foi essencial principalmente para redação, ter alguém que desse um feedback bem pessoal e não um geral de uma turma, como vemos sempre em cursinhos. Além disso, o ambiente, de estar com pessoas que passam pelas mesmas situações que eu passo no dia dia, cria um clima diferente do de um cursinho tradicional, onde as pessoas estão sempre competindo entre si. Ali estávamos todos sempre dispostos a nos ajudar, a conquista de um é a conquista do outro, é um clima bem mais leve para se preparar para um vestibular.
 
Como eu estou me sentindo? Eu estou muuuuuito feliz, muito mesmo, estar estudando na melhor universidade do país tendo vivido toda minha vida em condições péssimas em que o Estado não só abandona, como oprime diariamente traz uma sensação que não passa nunca. Lembro que chorei muito no ônibus indo pro meu primeiro dia de aula, pensei em tudo que vi acontecer ali onde moro e ainda vejo, pensei em familiares meus que praticamente não têm perspectiva de melhora e em como até meus pais já tiveram que catar comida do lixo para viver e como eu estou em uma baita universidade e na enorme responsabilidade que carrego por conta disso.
 
Em Acari, o projeto acontece em parceria com o coletivo Fala Akari e a Associação de Moradores de Parque Acari. Funciona na Paróquia Nossa Senhora de Nazareth e dos Mártires Ugandenses. Em 2019, iniciaremos a segunda turma com bastante esperança e empolgação, entendendo que o exemplo de Victoria contribui para o fortalecimento dos educandos do projeto.