
Autonomia e Visibilidade: A estratégia organizativa das “Coletivas Lésbicas Autônomas” na construção da política de visibilidade no Rio de Janeiro
Karen Daile Barba Acosta
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo identificar as estratégias realizadas pelas Coletivas Lésbicas Autônomas para a construção da política de Visibilidade Lésbicas na cidade de Rio de Janeiro. Procurou a compreensão dos diálogos das Coletivas Autônomas com a Institucionalidade, ao mesmo tempo em que dá realce a esse processo. Entendeu-se a proposta de Lei como um dispositivo simbólico para a enunciação de um novo sujeito, neste caso, a Mulher Lésbica Negra. Está construído desde uma perspectiva histórico-estruturalista com a intenção de fotografar os episódios contemporâneos mais representativos, concentrados em três eixos centrais como são: o período de redemocratização do Brasil, a crises do HIV e as jornadas de Junho de 2013.
Os âmbitos examinados são: experiência, pensamento e ações; proposta analítica do feminismo interseccional, que brinda um valor especial à convivência cotidiana, recolhidos a partir de entrevistas com as militantes atuantes neste processo. Para finalizar, se produz uma conceitualização de autonomia a partir da experiência da construção da proposta de Lei que conjugam vários fluxos de pensamento como: teoria política, identidade e interseccionalidade. Como consequencia dessa análise, culmino na caracterização do que tenho chamado de Lesbianegrizar o Poder como aprendizado coletivo.
Data e horário: 01 de Julho de 2019, 13:00
Local: CCMN – Auditório MOT do NCE
Banca:
– Prof. Dr. Celso S. de Alvear (Orientador – NIDES/UFRJ)
– Prof. Dr. Felipe Addor (Diretor Geral – NIDES/UFRJ)
– Profª Dr.ª Diana Helene Ramos (UNIGRANRIO)
– Profª Dr.ª Daniele Cordeiro Motta UNICAMP/ SP (por videoconferência)


LOCAL:
Data: 16 maio, ás 14h
O SOCIUS/CSG-ISEG – Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações – está organizando o Seminário “O contexto das Incubadoras Tecnológicas de Economia Solidária no Brasil”, apresentado pelo Prof. Doutor Felipe Addor (UFRJ).
A estudante Victoria Crystina Freitas da Silva, 19 anos, da primeira turma (em 2018) do projeto de extensão Pré Vestibular Popular Educação para o Desenvolvimento Social, promovido pelo NIDES, foi aprovada para o curso de Letras na USP. Além disso, ficou em primeiro lugar na ampla concorrência para o curso Letras – Português/Espanhol na UERJ. Ela é moradora de Acari e estudou no polo localizado nesse território. Após a maravilhosa notícia de sua aprovação, pedimos a ela que respondesse o que achou do projeto e como estava se sentindo. Victoria optou pela USP e encontra-se matriculada na instituição. Compartilhamos abaixo seu emocionante relato.